Trabalhadores do Judiciário preparam greve para 21 de setembro
A direção do SINJUSC por decisão da assembleia geral realizada no dia 30 de agosto está divulgando a “Carta à População Catarinense” onde explica os motivos do “Estado de Greve” em que se encontram os trabalhadores do judiciário e as razões que estão levando a categoria a uma greve geral por tempo indeterminado.
O documento deixa claro o esforço do Sindicato, desde julho de 2010, de negociar o Plano de Cargos e Salários com a Administração do Tribunal de Justiça. Mostra também a forma antidemocrática e desrespeitosa com que o TJ vem tratando os seus servidores em protelar a aprovar o PCS. Em forma de cartaz o documento será amplamente divulgado em todos os fóruns.
Carta à população catarinense
Em assembleia geral no dia 30 de agosto os trabalhadores do judiciário decidiram entrar em Estado de Greve e realizar nova assembleia geral no dia 21 de setembro com indicativo de Greve por tempo indeterminado a partir daquela data, caso a Administração do Tribunal de Justiça (TJ) não aprove o novo Plano de Cargos e Salários (PCS) da categoria.
A proposta de novo PCS começou a ser negociada em julho de 2010 e foi concluída em maio deste ano, com a entrega do relatório final ao presidente do TJ. Apesar disso, há mais de 100 dias o projeto permanece sem aprovação.
Além disso, através de diretores do TJ, o presidente do Tribunal tenta negar o conteúdo negociado e a possibilidade de aprovação da proposta.
De nossa parte, como Sindicato, levamos ao extremo o esforço da negociação e do diálogo, para o qual nos mantemos abertos. Mas a Administração do TJ, quando lhe faltam argumentos, prefere usar a força.
Fique claro a todos que os trabalhadores do judiciário preferem o diálogo à Greve. Mas a manutenção do atual estado de coisas, sem a aprovação do PCS, e pior, com tratamento antidemocrático e desrespeitoso com a organização da categoria, não nos deixa outra alternativa.
Temos alertado aos desembargadores do TJ o quão mal-sucedida foi, historicamente, a experiência de tratar as reivindicações dos trabalhadores com violência ao invés de soluções e diálogo.
Esperamos que a atual Administração não tenha compromisso com os erros do passado.
Queremos dizer a toda a população catarinense, que, de nossa parte, faremos todo o esforço para uma solução que atenda aos interesses dos trabalhadores e torne desnecessária a greve.
Por ora ela se impõe, e a responsabilidade só pode ser imputada às escolhas e decisões da Administração do TJ.
O documento deixa claro o esforço do Sindicato, desde julho de 2010, de negociar o Plano de Cargos e Salários com a Administração do Tribunal de Justiça. Mostra também a forma antidemocrática e desrespeitosa com que o TJ vem tratando os seus servidores em protelar a aprovar o PCS. Em forma de cartaz o documento será amplamente divulgado em todos os fóruns.
Carta à população catarinense
Em assembleia geral no dia 30 de agosto os trabalhadores do judiciário decidiram entrar em Estado de Greve e realizar nova assembleia geral no dia 21 de setembro com indicativo de Greve por tempo indeterminado a partir daquela data, caso a Administração do Tribunal de Justiça (TJ) não aprove o novo Plano de Cargos e Salários (PCS) da categoria.
A proposta de novo PCS começou a ser negociada em julho de 2010 e foi concluída em maio deste ano, com a entrega do relatório final ao presidente do TJ. Apesar disso, há mais de 100 dias o projeto permanece sem aprovação.
Além disso, através de diretores do TJ, o presidente do Tribunal tenta negar o conteúdo negociado e a possibilidade de aprovação da proposta.
De nossa parte, como Sindicato, levamos ao extremo o esforço da negociação e do diálogo, para o qual nos mantemos abertos. Mas a Administração do TJ, quando lhe faltam argumentos, prefere usar a força.
Fique claro a todos que os trabalhadores do judiciário preferem o diálogo à Greve. Mas a manutenção do atual estado de coisas, sem a aprovação do PCS, e pior, com tratamento antidemocrático e desrespeitoso com a organização da categoria, não nos deixa outra alternativa.
Temos alertado aos desembargadores do TJ o quão mal-sucedida foi, historicamente, a experiência de tratar as reivindicações dos trabalhadores com violência ao invés de soluções e diálogo.
Esperamos que a atual Administração não tenha compromisso com os erros do passado.
Queremos dizer a toda a população catarinense, que, de nossa parte, faremos todo o esforço para uma solução que atenda aos interesses dos trabalhadores e torne desnecessária a greve.
Por ora ela se impõe, e a responsabilidade só pode ser imputada às escolhas e decisões da Administração do TJ.
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