29 de junho de 2009

Solidariedade com a classe

Duas moções, uma repudiando a decisão do STF que suspendeu a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de Jornalistas e outra de solidariedade com a classe dos jornalistas devem ser votadas pelo Plenário da Assembléia Legislativa de Santa Catarina esta semana. Foram protocoladas pelo deputado José Paulo Serafim (PT).

26 de junho de 2009

Assembleias dos jornalistas discutem decisão do STF

Os jornalistas de Santa Catarina estão realizando assembleias regionais para discutir a decisão do STF que pôs fim à exigência do diploma. Já aconteceram encontros em Concórdia, Florianópolis e Criciúma. Hoje é a vez de Blumenau, às 19h, no Sociesc/IBES.
Na semana que vem, dias 29 e 30 de junho e 1º de julho, acontecem reuniões em Tubarão, Itajaí e Lages. Além de jornalistas, também foram convidados a participar das assembléias os acadêmicos e representantes de outras entidades.
Veja o cronograma das próximas assembléias:
29/06 – Tubarão - auditório do Cettal, 19h15.
30/06 – Itajaí – auditório do bloco 13, Campus da Univali, 19h.
01/07 – Lages – auditório da Amures, 19h15.
Leia mais aqui.
Deliberações da assembleia de Florianópolis.

Todos os nomes 2

Pronto. Problema resolvido. O nome do meu filho vai ser Michael Jackson de Souza Sehnem.

25 de junho de 2009

Todos os nomes

Ainda faltam cinco meses. A previsão de chegada do guri é 22 de novembro. Mas a escolha do nome já está atormentando. Afinal é com ele que o menino vai viver pelo resto da vida. Olha só as sugestões:
Laura acha que o nome do irmão deve ser Limão. Eu incrementei a ideia. Lemon... João Lemon. Já um amigo sugeriu por o nome de um ministro do Supremo. Sacana. Gilmar? não vai dar.

24 de junho de 2009

Repórteres fotográficos repudiam descaso com acervo do Jornal O Estado

No final do debate sobre fotojornalismo realizado ontem a noite no Sindicato dos Jornalistas e que reuniu cerca de 20 profissionais, os repórteres fotográficos aprovaram uma Moção de Repúdio contra o estado de abandono do acervo do jornal O Estado. Confira abaixo.

MOÇÃO DE REPÚDIO

Os repórteres fotográficos reunidos no 2º Círculo da Palavra, realizado no dia 23 de junho de 2009 na FECESC, em Florianópolis, repudiam a falta de responsabilidade em relação em acervo fotográfico do jornal O Estado, que se encontra em estado de abandono. O descaso, tornado público no dia 19 de junho, avilta a preservação da memória dos fatos e da gente catarinenses. A depredação do acervo também expõe o descaso com que é tratado o trabalho de repórteres fotográficos concretizado nas milhares de fotografias que estão agora sob o risco de virar lixo. A recomendação é que o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina busque providências para evitar que se perca esse valioso material fotográfico, incluindo a possibilidade de, se necessário, tornar-se fiel depositário daquele acervo.

"Circulo da Palavra" discutiu atuação do repórter fotográfico

O 2º Círculo da Palavra, realizado ontem a noite, (23) no mini-auditório da FECESC, em Florianópolis, reuniu cerca de 20 trabalhadores para discutir a atuação do repórter fotográfico e o discurso jornalístico na fotografia.
A avaliação da atividade foi bastante positiva até porque, no corre-corre das redações, é cada vez mais difícil refletir sobre a importância da fotografia no jornalismo.
O conteúdo dos debates de Florianpópolis e Joinville que aconteceu no dia 17 com o mesmo tema será publicado, em formato de livreto. Será o primeiro volume dos “Cadernos de Jornalismo” do SJSC. Leia mais aqui.

23 de junho de 2009

Fotojornalismo em debate

O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina promove hoje, às 19 horas, no mini-auditório da FECESC o 2º Círculo da Palavra com o tema “O repórter fotográfico e o discurso jornalístico na fotografia”. Serão abordados o papel deste profissional na atualidade, a relação entre o repórter e o repórter-fotográfico na produção da notícia e as condições de trabalho nas empresas jornalísticas.
A mesa será formada por:
-Cláudio Silva da Silva - Sarará, repórter fotográfico freelancer
-Marcelo Bittencourt, repórter fotográfico do jornal Notícias do Dia
-Ricardo Duarte, repórter fotográfico do jornal Diário Catarinense

Boa oportunidade para que os profissionais discutam a situação dos arquivos do Jornal O Estado que estão em situação de abandono como mostra o vídeo feito pelo Ozias Júnior do Jornal Biguaçu em Foco.

Arquivos do Jornal O Estado abandonados

Vídeo mostra o abandono dos arquivos do Jornal O Estado. Veja no DVeras em rede. É revoltante.
Atualizando: Fui bucar o arquivo para postar aqui. O vídeo foi feito pelo Ozias Júnior do Jornal Biguaçu em Foco


Atualizado com fotos feitas pelo Celso Martins.

22 de junho de 2009

Jeca

Sábado teve arraiá na escola da Laura (SESC). Olha só a felicidade da alemoa.

8ª Mostrade Cinema Infantil de Florianópolis

A 8ª Mostrade Cinema Infantil de Florianópolis, este ano, acontece de 26 de junho a 12 de julho no Teatro Pedro Ivo Campos, na SC-401. A previsão é receber 25 mil crianças nesta edição. A Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis tem como principal objetivo exibir filmes que traduzem a multiplicidade cultural do Brasil e do mundo. A diversidade é fundamental para o desenvolvimento da consciência e, conseqüentemente, da cidadania. É no contato com as diferenças que nos enxergamos.
A Mostra acredita que o cinema que valoriza a cultura (a 'nossa' e a do 'outro'), incentiva a auto-estima, gera curiosidade e, acima de tudo, que diverte as crianças, pode ser a chave para um mundo melhor. Um mundo que aceite as diferenças como parte da riqueza cultural.
Programação de 2009

Pressa

Silenciosamente esperávamos o sinal abrir. Luz verde e o motorista da frente demorou para arrancar. Protesto da Laura: Anda meu filho

Confecon

Video sobre a Primeira Conferência Naional de Comunicação produzido pela Fenajufe - Federação Nacional dos Trabaldores do Judiciário Federal.

Forró do Rala Coxa

Chega a sua oitava edição o Forró do Rala Coxa uma festa junina promovida pelo casal Doris e Nildão. O evento acontece no dia 27 de Junho, sábado às 20horas, na casa da Doris e Nildão que fica na Rodovia Rafael da Rocha Pires (Estrada Geral de Sambaqui), 3913. Ao chegar na ponta do Sambaqui, continua 800 metros na estrada de chão batido.
Animação por conta da Banda Mandacarú. Além disso vai ter quadrilha pau-de-sebo casamento na roça. Vá na Beca com Traje de Jeca! Leve algo para a mesa da partilha (doce, vergamota, bolo ou amendoim) e uma contribuição para Banda.

19 de junho de 2009

Nota do Sindicato dos Jornalistas sobre a decisão do STF

A direção do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina vem a público expressar-se sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que derrubou a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

1. Foram vergonhosos os argumentos usados pelos oito ministros do STF que votaram pela derrubada do diploma. A fala do relator expressa muito bem aquilo mesmo que ele, de certa forma, apregoou: completa ignorância sobre o que seja Comunicação e Jornalismo.
Ao condenar a população a ser informada por gente sem formação, os ministros deixaram claro que o ensino sistemático é uma coisa absolutamente dispensável.
Comunicação é coisa que pode ser feita por qualquer um, diz respeito ao sagrado direito de expressar-se, e isso é muito correto. Já o Jornalismo é uma profissão e como tal está inserida no processo de divisão do trabalho, necessitando, portanto, ser regulamentada para evitar a voracidade do capital, protegendo os trabalhadores.

2. Defendemos intransigentemente a formação superior de todos os brasileiros e para isso sempre estivemos na luta pela Universidade Pública e de Qualidade. O fato de a exigência de diploma ter feito proliferar as universidades privadas – algumas sem qualidade – não significa que tenhamos que condenar a população ao não acesso aos bancos universitários.
Ao contrário. Sempre defendemos o aumento de vagas e a existência de uma política publica de educação que cumpra o que diz a Constituição. Educação gratuita para todos.

3. A decisão dos ministros do STF reflete de forma total e irrestrita uma posição de classe, na medida em que respalda totalmente o desejo - há muito tempo explicitado - dos patrões das empresas de comunicação de massa que queriam a profissão desregulamentada para poder explorar ainda mais a mão-de-obra dos jornalistas.

4. Por conta disso, não foi nenhuma surpresa a decisão dos ministros, visto que esta tendência já havia aparecido quando da votação do fim da Lei de Imprensa, quando eles jogaram fora não apenas o autoritarismo que a constituía, mas também as coisas boas que ali poderiam ser salvas.

5. Tampouco não causa surpresa esta decisão num momento do país em que é o jornalismo que, a despeito de todas as suas deficiências, aquele que consegue expor as falcatruas do poder instituído, dos políticos, dos poderosos da nação.
Desqualificar a profissão significa tirar dela também o seu potencial crítico, tornando-a ainda mais cortesã do poder, na medida em que estar jornalista só vai depender da vontade patronal. Assim, aquele que é criado pelo patrão não lhe morderá a mão.

6. A decisão também se configura um retrocesso gigantesco no que diz respeito à luta dos jornalistas brasileiros que, desde 1918, no seu primeiro Congresso, reivindicavam a necessidade da criação de escolas de Jornalismo para qualificar ainda mais a informação recebida pelo povo.
Os ministros prestam, assim, um tremendo desserviço à nação na medida em que tripudiam da educação formal, como ela não fosse necessária para os brasileiros. Revivem assim, uma nação autocrática e colonial que acreditávamos sepultada.

7. Nesse sentido, o Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina repudia o atraso e afirma sua disposição de manter acesa a luta pela qualidade de informação, pelo espírito crítico dos jornalistas, por formação pública e de qualidade e na defesa intransigente dos interesses dos trabalhadores. Reitera também a luta permanente por uma sociedade livre, soberana, na qual o interesse público sempre se sobreponha aos interesses do capital.

Direção do SJSC.

18 de junho de 2009

Perdem os trabalhadores

Minha preocupação com o fim da exigência do diploma para o exercício do jornalismo está no aumento da picaretagem e o vilipendio da profissão. Foi chocante. Não a decisão em si, porque era palpável antes mesmo de entrar na pauta do STF, mas com a facilidade e tranqulidade com que a coisa aconteceu, com os argumentos utilizados, e com a naturalidade com que notícia foi dada.
E aí quero introduzir um componente da classe. Eu sei que sou um dos poucos que, ainda, pensa assim, do ponto de vista da classe, mas escrevam, meus caros coleguinhas, fomos os primeiros. Vem ai uma onda de desregulamentação. Ficou claro que a porteira está aberta e os trabalhadores, não apenas os jornalistas perderam mais essa.

Só a luta faz a lei

A jornalista Elaine Tavares escreveu este artigo sobre a decisão do STF que derrubou a exigênciado diploma para o exercício da profissão de jornalista. leia tudo aqui.

Trecho: Vejamos os argumentos do ministro Gilmar Mendes para que a profissão prescinda de uma formação universitária: “Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até a saúde e à vida dos consumidores. Logo, um jornalista não precisa de formação para fazer bom jornalismo.” Alguém entendeu?
Num país onde a maioria da população, desprovida do acesso à cultura e a educação, que se informa pela Globo, este simplório argumento representa uma vergonha. E nos causa profundo pesar ouvir isso de alguém que está acima de praticamente todos os habitantes da nação, o presidente do STF. É um argumento anti-intelectual, anti-cultural, anti-vida.

Recado

Botelho manda um recado ao Ministro Gilmar Mendes. Veja lá no Botelheco.

17 de junho de 2009

Vendo

Diploma de Jornalismo

Aos Ministros e Ministras do STF

A exigência do diploma de Curso Superior em Jornalismo para o exercício independente e ético da profissão de jornalista é uma conquista histórica não só desta corporação, mas de toda a população brasileira.
A luta pela criação de Escolas de Jornalismo começou no início do século passado.
O primeiro Curso foi implantado 40 anos atrás e a profissão, regulamentada há 70 anos, desde 1969 exige a formação superior na sua legislação.
Este requisito representou um avanço para a imprensa do país ao democratizar o acesso à profissão, antes condicionado por relações pessoais e interesses outros que não o de atender o direito da sociedade de ser bem informada.
Setores sem compromisso com a construção de um jornalismo responsável e realmente cumpridor de sua função social vêm questionando este fundamental instrumento para a seriedade, democracia e liberdade na imprensa.
Confio que o(a) Excelentíssimo Ministro(a) votará com este entendimento no (RE) 511961, em favor de uma categoria profissional com papel tão relevante e em defesa da sociedade brasileira.
O diploma em Jornalismo, bem ao contrário de ameaçar a liberdade de expressão, é uma das garantias que conferem à mídia brasileira qualidade e compromisso com a informação livre e plural.
Josemar Sehnem - Jornalista (SC-00813-JP) - Vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina

Esta luta também é sua

Clique na imagem para ler.

16 de junho de 2009

Fotojornalismo em discussão

Eventos em Joinville e Florianópolis debatem a atuação do repórter fotográfico e o discurso jornalístico na fotografia. Em Joinville, a atividade promovida pelo Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina e pela Associação Educacional Luterana Bom Jesus/Ielusc, acontece no dia 17 de junho, quarta-feira, às 19 horas, no anfiteatro da faculdade (rua Princesa Isabel, 438).
O tema do 2◦ Círculo da Palavra será “O repórter fotográfico e o discurso jornalístico na fotografia”. Serão abordados o papel deste profissional na atualidade, a relação entre o repórter e o repórter-fotográfico na produção da notícia e as condições de trabalho nas empresas jornalísticas.
A mesa será formada por:
- Cleber Gomes, repórter fotográfico no jornal A Notícia.
- Joyce Reinert, repórter fotográfica do jornal Notícias do Dia.
- Mauro Artur Schlieck, repórter fotográfico da Secretaria Municipal de Comunicação Social de Joinville.
- Álvaro Diaz, professor de fotografia do Ielusc.

Em Florianópolis, o 2◦ Círculo da Palavra será no dia 23 de junho de 2009 (terça-feira), às 19 horas, no mini-auditório da FECESC (Av. Mauro Ramos, 1624), com o mesmo tema.
A mesa será formada por:
-Cláudio Silva da Silva - Sarará, repórter fotográfico freelancer
-Marcelo Bittencourt, repórter fotográfico do jornal Notícias do Dia
-Ricardo Duarte, repórter fotográfico do jornal Diário Catarinense
Leia mais no site do SJSC.

15 de junho de 2009

STF julgará recurso contra o diploma dia 17 de junho

O julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, foi remarcado para o dia 17 de junho.
A apreciação do assunto foi adiada na sessão da última quarta-feira, dia 10, mas a expectativa é que após dois adiamentos o RE seja finalmente julgado. São 10 pontos na pauta da sessão e o ponto do diploma é o quarta a ser julgado.
A direção do SJSC está distribuindo uma Carta aos Catarinenses falando do assunto.

Carta dos Jornalistas aos Catarinenses

O STF (Supremo Tribunal Federal) deve julgar o acesso ao registro profissional dos jornalistas brasileiros. Estranhamente, é a primeira vez na história do País que um tribunal decide quem pode, ou não pode, pertencer a uma categoria profissional. Por coincidência, a situação envolve os jornalistas brasileiros, País em que seis famílias detêm as maiores empresas e grupos de meios de comunicação.
Desde 1979, com o Decreto 83.284/79, tem direito ao acesso ao registro de jornalista aqueles que apresentam diploma de conclusão do ensino universitário, com formação específica na área. No entanto, em 2002, a juíza federal substituta Carla Rister, através de liminar, concedeu o acesso ao registro profissional a quem não tem formação superior.
Os efeitos desta liminar não ocorrem apenas sobre a categoria profissional, e tem mais forte impacto sobre a sociedade. O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina entende que a formação universitária é ponto-chave para o debate sobre a ética profissional e para o conhecimento das técnicas e teorias para o exercício do jornalismo no atual estágio da sociedade, e para o exercício de uma profissão que, entendemos, tem caráter público.
Nossa luta, a luta dos jornalistas e da sociedade, é que para o exercício profissional dos jornalistas com conhecimento sobre o momento atual da sociedade, com ética, democrático e pela busca das várias opiniões sobre um determinado fato, só ocorre com conhecimento adquirido na Universidade.
Queremos o seu apoio, o apoio da sociedade, para a defesa da formação dos jornalistas como um dos elementos para o acesso à profissão e pela manutenção da regulamentação da categoria profissional.

Um pouco da história dos jornalistas brasileiros

Em 1918, os jornalistas realizam o seu I Congresso e deliberam sobre a necessidade de implementar cursos de formação para o exercício profissional. Em 1938, Getúlio Vargas assina o Decreto 910, que regulamenta a profissão o acesso ao registro profissional. O mesmo decreto alerta que os cursos de jornalismo serão instalados e que após isso somente os formados terão acesso ao registro.
Em 1962, Tancredo Neves assina a regulamentação das escolas de jornalismo. Em 1969, o decreto 970 (regulamentado pelo 83.284, de 1979) inclui a formação superior para o acesso ao registro.
Em 2002, a juíza Carla Rister abre o acesso profissional aos não-formados. Em 2009, o STF julga o acesso à profissão e a regulamentação dos jornalistas brasileiros, sem que a longa trajetória da construção e constituição da categoria tenha qualquer peso.
Em Santa Catarina, desde o final da década de 1970, instalaram-se 14 cursos de jornalismo. No Estado há mais de 200 emissoras de rádio, mais de 30 emissoras de TV de sinal aberto e fechado, e mais de 230 jornais e revistas.

Diretoria do SJSC.

Sindicato dos Jornalistas debate o trabalho do repórter fotográfico

O Sindicato dos Jornalists promove no dia 23 de junho (terça-feira), às 19 horas, no mini-auditório da FECESC (Av. Mauro Ramos, 1624), em Florianópolis, o II Círculo da Palavra, com o tema “O repórter fotográfico e o discurso jornalístico na fotografia”.
Serão abordados o papel deste profissional na atualidade, a relação entre o repórter e o repórter-fotográfico na produção da notícia e as condições de trabalho nas empresas jornalísticas.
A mesa será formada pelos repórteres fotográficos Cláudio Silva da Silva – Sarará (freelancer), Marcelo Bittencourt (Notícias do Dia) e Ricardo Duarte (Diário Catarinense).

12 de junho de 2009

Guri

Foi assim bem rápido. Feitas as perguntas de praxe, o médico partiu para o exame. Em 10 segundos lá estava ele: "o piruzinho".

Sexo

Diferente do primeiro, quando as emoções vão surgindo como um turbilhão, tomando conta, apertando a garganta, esperar o segundo filho parece como assistir, de novo, um filme que já vimos antes. Vamos lembrando das cenas enquanto elas vão acontecendo. Hoje, por exemplo, é aquele momento do filme em que o protagonista mostra uma de suas principais facetas. Ultrassonografia: vamos descobrir se o que vem por aí é um peru ou mais uma perereca.

10 de junho de 2009

Encontro defende criação da Defensoria Pública em SC

Uma mobilização institucional para garantir acesso à Justiça e cidadania à população de Santa Catarina, único Estado que sequer possui lei orgânica da Defensoria Pública nos moldes constitucionais. É com esse intuito que a Defensoria Pública da União promove o “2º Encontro Institucional pela Criação da Defensoria Pública Estadual em Santa Catarina”, a partir das 9 horas do dia 18 de junho (quinta-feira), no auditório da Justiça Federal de Florianópolis/SC na rua Arcipreste Paiva nº 107, Centro.

Ficou pra depois... outra vez

O julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, está adiado mais uma vez. Ainda não há definição de nova data para inclusão do processo na pauta do STF.

"Diálogos" com o presidente da União de Jornalistas de Cuba

O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina e a Associação José Martí promovem no dia 10 de junho, quarta-feira, às 16 horas, na Sala de Imprensa da Assembléia Legislativa, a segunda edição de “Diálogos com o Conhecimento”.
O jornalista Tubal Paéz, presidente da União de Jornalistas de Cuba, irá falar sobre a comunicação em Cuba e os desafios do jornalismo num outro sistema de organização da vida. Ele estará em Florianópolis para a XVII Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba.
A proposta do “Diálogos com o Conhecimento” é fazer uma conversa em pequeno grupo – prioritariamente formado de jornalistas – com pessoas especializadas em determinadas áreas do conhecimento. Mais aqui.

9 de junho de 2009

Desenvoltura

Com um novo visual, a ex-vereadora Angela Albino circulou hoje pela assembléia Legislativa, onde amanhã assume como deputada.

8 de junho de 2009

Defensoria Pública: Direito dos pobres, mas direito

Volnei Rosalen é membro da Coordenação do Movimento pela Criação da Defensoria Pública em SC e escreveu o artigo abaixo:

Direito dos pobres, mas direito

O tema Defensoria Pública tem provocado polêmicas constantes Estado afora. Não é para menos. A falta de um direito tão fundamental à população merece reparo permanente. É isso que o Movimento Pela Criação da Defensoria Pública em Santa Catarina tem procurado fazer.
Sem atropelos, sem ofensas, e com muita sinceridade de propósitos. Não à toa, o movimento reúne em torno do tema uma representação social ampla e diversa: estudantes, igrejas, trabalhadores, professores, movimentos sociais variados, conselhos profissionais, sindicatos, etc. É um anseio popular.
Faz parte da luta pela redemocratização do país que, nos legou a Constituição de 1988, da qual se orgulha de ter participado nosso atual governador do Estado, então deputado constituinte. Hoje não se exige defensoria pública porque está escrito na Constituição. Está na Constituição porque foi exigido pelo povo, e construído no diálogo que permitiu ao país avançar na consolidação de sua democracia.
Como todo direito escrito naquela Carta que atende à população pobre de nosso país - como saúde e educação públicas - esse também precisa de reafirmação constante. Porque com certa freqüência há quem tente negá-los. Os que o fazem parecem nos dizer o tempo todo que neste país pobres não tem direitos. Não são portanto cidadãos.
O máximo que conseguem do Estado é um “favor” ou outro, na forma de um remendo de serviço público prestado de forma privada como é o caso hoje da defensoria em SC. Um remendo mal feito já que a maior parte do atendimento jurídico à população carente em SC é realizado por escritórios modelo de universidades, através de estudantes de direito.
Não se retire da OAB a legitimidade de participar deste debate, tampouco de defender seu quinhão de 10% sobre os repasses governamentais a título de administração do convênio com o Estado. Mas nosso debate é um debate do povo com o seu governo. Um debate que pressupõe respeito e diálogo.
Não cabem aqui ilações contra os serviços públicos como as apresentadas pelo senhor Dante Bonin no AN de 07 de junho, contra a defensoria pública sob o título “Tetas Gordas”. Os argumentos ali disparados contra a existência de estruturas públicas de atendimento à população se assemelham àqueles usados abundantemente na história recente de nosso país para justificar privatizações e toda sorte de atentados contra direitos do povo trabalhador. A memória recomenda não usá-los.
O que se quer com essa discussão é franqueza e diálogo. Nosso Estado trilha um caminho perigoso. Aqui a distribuição de direitos tem caráter social e de classe. Não se quer que o Estado deixe de realizar suas renúncias fiscais anuais de mais de 2 bilhões de reais, destinadas a atender interesses econômicos de grandes empresas.
O que se quer é que esse “direito” não seja “mais direito” do que o Direito dos pobres ao atendimento jurídico integral, gratuito e exclusivo prestado pela defensoria pública. Afinal direitos da população pobre não são menores nem menos importantes que os demais. Quero crer que não. A resposta está com o governo. O movimento seguirá fazendo o que todo povo educado na democracia pode e deve fazer: exigir seu direito.

Volnei Rosalen – Membro da Coordenação do Movimento pela Criação da Defensoria Pública em SC e Secretário de Estudos Sócio-Econômicos e Formação Sindical do SINJUSC.

Lua cheia

Lua cheia vista da Palhoça no domingo a noite.

Xixi

Laura tava pedido atenção e eu não dando muita bola até que ela:
_ xixi!!!
_ vamos então filha, rápido.

Fui atrás, mas ela não foi na direção do banheiro, protestei:
_hei, tu não quer fazer xixi?
_não, só quero te mostrar uma coisa, vem cá...

Arraiá da Lalá

No sábado os Chico Bento e as Rosinha forum tudo lá pro Arraiá da Lalá. Uma mistura de festa junina cum aniversário da Laura. Arepare nas foto. Teve inté fogueira.


5 de junho de 2009

STF julga obrigatoriedade do diploma dia 10

O Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima quarta-feira, dia 10 de junho, véspera de feriado de Corpus Christi. Mais aqui e aqui.
Diante da possibilidade dojulgamento da questão, o Sindicato dos Jornalistas convoca a categoria para manifestação e vigília, em Florianópolis, em frente ao prédio da Justiça Federal, proximidades da Catedral Metropolitana, no dia 10 a partir das 14h. Abaixo anuncio em defesa do diploma

Reunião da Comissão Pró-Conferência de Comunicação em Santa Catarina

Clica na imagem para ampliar

4 de junho de 2009

Uma comunista na Assembleia Legislativa

Foto: Luiz Prates

A ex-vereadora e candidata a prefeita da Capital, Angela Albino assume o mandato de deputada na Asembleia Legislativa do Estado no próximo dia 10 de junho. Em nota, o Partido Comunista do Brasil (PC do B) informa que é a primeira vez na história em Santa Catarina, que uma militante que concorreu ao pleito pela legenda assume o mandato de Deputada.
O documento assinado pelo Presidente do Comitê Estadual, Jucélio Paladini exalta a trajetória da parlamentar que "tem demonstrado sua enorme capacidade e compromisso com os mais nobres sentimentos do nosso povo, como a luta pela justiça social e a construção de um Estado e de uma Nação Soberana".
Os comunistas querem transformar este importante fato político numa ferramenta para o crescimento do Partido e a materialização do projeto político de 2009/2010. Angla Albino (1ª suplente) permanece no exercício do mandato por dois meses na vagada deputada Ana Paula Lima do PT.

Conferência de Comunicação em Santa Catarina

A Comissão Estadual Pró-Conferência Nacional de Comunicação de Santa Catarina recebe, a cada reunião, a adesão de mais entidades e interessados em participar da construção da Confecom no Estado. No dia 29 de maio, a Comissão realizou um encontro e montou GTs (Grupos de Trabalho) para a organização, divulgação e mobilização das conferências locais, regionais e estadual. A próxima reunião da Comissão está marcada para o dia 9 de junho, terça-feira, às 9h, na sede da FECESC, na avenida Mauro Ramos, 1624, Centro, Florianópolis. Mais aqui.

3 de junho de 2009

Campanha pelo piso estadual já tem mais de 35 mil assinaturas

A campanha de coleta de assinaturas em apoio à implantação do Piso Estadual dos Salários fechou o mês de abril com mais de 35 mil adesões em pelo menos 200 municípios catarinenses. Os números foram apresentados pelo DIEESE-SC durante reunião de avaliação da campanha no dia 2 de junho.
Para que possa ser encaminhado à Assembléia Legislativa como um Projeto de Lei de iniciativa popular são necessárias 44 mil assinaturas. As centrais sindicais defendem o piso estadual de salário como uma ferramenta de distribuição de renda, como se tornou o Salário Mínimo Nacional depois dos investimentos feitos pelo Governo Lula.
Em Santa Catarina, único Estado das regiões sul e sudeste que não possui um piso estadual, um levantamento do Dieese prevê que o salário de R$ 587,00 irá beneficiar mais de 400 mil trabalhadoras e trabalhadores. Informações da Fecesc.

2 de junho de 2009

Por você...

...cavo um túnel até o Japão.
Feliz aniversário filha. Foto: lili

1 de junho de 2009

Autodiagnóstico

Laura chegou da escola com febre e fez um autodiagnóstico: "eu não tô melhor mamãe". Amanhã ela faz três anos.

Corte

Dos R$ 8,2 milhões previstos para a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), estão assegurados apenas R$ 1,6 milhão. A medida, segundo integrantes da Comissão Nacional Pró-Conferência, compromete a realização da Confecom, com etapa nacional marcada para dezembro deste ano. mais aqui.

Primeiro

Laura faz três anos, amanhã. Oportunidade pra relembrar o primeiro aniversário. Tava díficil escolher e na dúvida misturou bolo com coxinha. Uma delicia.