30 de abril de 2009

2 momentos

Camburi, Vitória, agosto de 2007 Campeche, Floripa, abril de 2009Não sei se perceberam, mas a bermuda é a mesma.

Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal aprovou por unanimidade no dia 10 de abril o Projeto de Lei (PLS 103/08) do Senador Paulo Paim que altera a denominação Dia do Trabalho, comemorado no dia 1º de maio.
O senador afirma que essa data deve homenagear o trabalhador, e não o trabalho. Foi aprovada também uma emenda do Senador Inácio Arruda para acrescentar a expressão ''e da trabalhadora'', mudando a nova denominação para ''Dia do trabalhador e da trabalhadora''.
O projeto agora será remetido à Câmara dos Deputados. Fonte: Senado

1º de Maio

Trabalhadores de todas as categorias fazem hoje manifestação pelo dia do Trabalhador. A Praça da Alfândega foi o local escolhido. Estão programadas atividades culturais, entrega de material das entidades, coleta de assinatura nos abaixo-assinados pela Defensoria Pública e Piso Estadual e outros eventos.
Às 17h, ocorre um ato político e caminhada pelas ruas do Centro de Florianópolis. O Sindicato dos Jornalistas faz parte do grupo de entidades e estará presente nas manifestações.
O SJSC mostrará o que é a profissão de jornalista, a regulamentação profissional, defesa de formação específica para o exercício da atividade e defesa do diploma, que está em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Em pauta ainda o monopólio dos meios de comunicação em Santa Catarina e os prejuízos que isso representa para a população. Abaixo o texto distribuido:

A Comunicação é bem público e deve ser controlada pela sociedade!

Os jornalistas brasileiros enfrentam mais uma onda de ataques contra a formação e a regulamentação profissional.
Desde 1938, a regulamentação da categoria afirma a necessidade de uma formação sólida para a compreensão da sociedade, assim como o ensino de técnicas e uso de equipamentos para que a sociedade receba informação ética, de qualidade e democrática.
Os ataques sofridos pela categoria pelo Poder Econômico tem sido frequentes.
O grande interesse dos grandes grupos econômicos na comunicação não é de agora, e baseia-se na máxima ‘deu no jornal, é verdade’.
É através da comunicação e da informação que se realiza o controle da sociedade.

E o jornalismo, como uma das partes mais importantes da comunicação, não fica de fora.
A notícia se transformou em produto, e do jornalista foi retirada a capacidade de aprofundar matérias, de buscar fontes diversas, enfim, de ouvir o povo, que praticamente desapareceu dos meios de comunicação.
Para um jornalismo voltado para a sociedade, o Sindicato dos Jornalistas defende a formação dos profissionais como ponto fundamental, e que os cursos ofereçam qualidade.

Também defende a regulamentação profissional, ou seja, o exercício da profissão pelos que concluíram o curso.
A isto, junta-se o controle público da comunicação.
Entendemos que a comunicação é um bem coletivo, da sociedade, e não pode e nem deve estar sob o controle dos donos das empresas e dos concessionários de rádio e TV.

Entendemos que é a população, através dos seus instrumentos coletivos, e entre eles os Conselhos Municipais de Comunicação, quem deve fazer a programação das emissoras de rádio e TV e controlar jornais, revistas e sites.
Junte-se a essas idéias!
Debata a comunicação e o jornalismo com o seu vizinho, na sua rua, no seu bairro, na sua escola! Queremos uma comunicação que ensine e eduque!
Nossas bandeiras de luta: Garantia de emprego; Salários dignos; Defesa da formação para o exercício da profissão de jornalista; Defesa da regulamentação profissional dos jornalistas; Pelo fim dos registros ’precários’ concedidos via liminar pelo Ministério do Trabalho; Controle público sobre os meios de comunicação.

28 de abril de 2009

A RBS no banco dos réus

Reproduzo aqui matéria públicada no site do Sindicato dos Jornalistas

Mesa-redonda debateu monopólio da rede em Santa Catarina

O Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina realizou no dia 28 de abril de 2009 uma discussão histórica, colocando no banco dos réus o oligopólio da Rede Brasil Sul, a RBS. Mas, esta proposta de transformar a maior rede de comunicação do sul do país em ré comum não foi privilégio da direção do sindicato, portanto a ela não se pode reputar nenhuma intenção ideológica.

O responsável por esta façanha é o Procurador Regional dos Direitos do Cidadão em Santa Catarina, Celso Antônio Três, que apresentou uma ação civil pública ao Ministério Público Federal contra a empresa dos Sirotski, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica e a União.

Baseado exclusivamente na letra fria da lei, o procurador apela para a tutela dos direitos de informação e expressão do cidadão, a pluralidade, que é premissa básica do Estado democrático e de Direito. Com base nisso ele denuncia e exige providências contra o oligopólio da mídia sustentado pela RBS no Estado de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

Segundo Três, é comprovada documentalmente a posse de 18 emissoras de televisão aberta, duas emissoras por cabo, oito jornais diários, 26 emissoras de rádio, dois portais na internet, uma editora e uma gravadora. Ele lembra ainda que o faturamento do grupo em 2006 chegou a 825 milhões de reais, com um lucro líquido de 93 milhões, tudo isso baseado no domínio da mente das populações do sul que atualmente não tem possibilidade de receber uma informação plural.

Praticamente tudo o que se vê, ouve ou lê nos dois estados do sul vem da RBS. No debate realizado pelo SJSC o procurador insistiu que filosoficamente ser é ser percebido e isso é o que faz a mídia, torna visível aqueles que ela considera “ser”. Os pobres, os excluídos do sistema, os lutadores sociais, toda essa gente fica de fora porque não pode ser mostrada como ser construtor de mundos.

Celso Três afirma que na atualidade o estado é puro espetáculo enquanto o cidadão assume o posto de espectador. Nesse contexto a mídia passa a ser o receptor deste espetáculo diário, ainda que não tenha a menor consistência. “Nós vivemos uma histeria diária provocada pela mídia e o país atua sob a batuta desta histeria”.

No caso de Santa Catarina o mais grave é que esta histeria é provocada por um único grupo, que detém o controle das emissoras de TV e dos jornais de circulação estadual. Não há concorrência para a RBS e quando ela aparece é sumariamente derrotada através de ações ilegais como o “dumping”, como o que aconteceu na capital, Florianópolis, quando da abertura do jornal Notícias do Dia, um periódico de formato popular com um preço de 0,50 centavos. Imediatamente a RBS reagiu colocando nas bancas um jornal igual, ao preço de 0,25 centavos.

Não bastasse isso a RBS mantêm cativas empresas de toda a ordem exigindo delas exclusividade nos anúncios, incorrendo assim em crime contra a ordem econômica.Sobre isso a lei é muito clara. Desde 1967 que é terminantemente proibido um empresa ter mais que duas emissoras de TV por estado. A RBS tem mais de uma dezena.

A Constituição de 1988 determina que a comunicação não pode ser objeto de oligopólio. Pois em Santa Catarina é.. Segundo Três, na formação acionária das empresas existem “mais de 300 Sirotski”, portanto não há como negar que esta família controle as empresas como quis fazer crer o Ministério das Comunicações, também réu na ação. “Eles alegaram que a RBS não existe, é um nome de fantasia para empresas de vários donos. Ora, isso é mentira. Os donos são os mesmos: os Sirotski”.

Regulamentação

O procurador alega que a lei no Brasil, no que diz respeito a porcentagem de produção local que deve ter um empresa, nunca foi regulamentada, mas não é por conta da inoperância do legislativo que a Justiça não pode agir. “Nós acabamos utilizando a lei que trata do mercado de chocolate, cerveja, etc. Nesta lei, uma empresa não pode controlar mais que 20% do mercado. Ora, em Santa Catarina, a RBS controla quase 100% da informação”.

Aprofundando o debate sobre a ação oligopólica da RBS, Danilo Carneiro, estudioso do sistema capitalista e membro do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, deu uma aula sobre a formação do sistema capitalista e mostrou como atualmente o capitalismo já não consegue mais reproduzir a vida, tamanha a sua dominação sobre a vida das pessoas e sua sanha por lucros.

Desde as cidades-estado italianas, onde o comércio impulsiona a acumulação de lucros, até os dias de hoje a consolidação do capitalismo está ligada à exploração dos trabalhadores e da natureza. Para que isso aconteça é necessário manter as gentes em estado permanente de alienação e aí entram os Meios de Comunicação de Massa. Não é à toa, portanto, que instituições governamentais como o CADE e o Ministério das Comunicações façam vistas grossas ao oligopólio da RBS assim como da Globo. Tudo faz parte da manutenção do sistema.

Sobre a ação na Justiça contra a RBS, Danilo lembrou que hoje no Brasil existem mais de 60 milhões de ações em andamento e isso por si só já dá um panorama do que pode acontecer. Sem uma mobilização política efetiva das entidades e do povo catarinense, essa ação pode se perder no sumidouro da Justiça brasileira.

Na platéia do debate um público muito representativo do movimento social de Florianópolis, tais como representantes do Diretório Central dos Estudantes da UFSC, da União Florianopolitana de Entidades Comunitárias (UFECO), Sindicato dos Previdenciários (SINDPREVS), Sindicato dos Eletricitários (SINERGIA), MST, jornalistas, estudantes, professores. Cada um deles compreendeu que à corajosa atitude do procurador Celso Três, devem se somar ações políticas e de acompanhamento da ação. O Sindicato dos Jornalistas deve se colocar como assistente do Ministério Público, abastecendo-o com informações e as demais entidades vão difundir as notícias e fazer a pressão necessária para o andamento da ação.

Conforme bem lembra Celso Três, esta não é uma ação voluntarista ou ideológica, ela é objetiva e se fundamente na lei maior. Oligopólios são proibidos e as populações de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul tem direitos a uma informação plural e diversificada. Não há amparo legal para a propriedade cruzada, o pensamento único e muito menos para a dominação econômica.

Na senda da fala de Danilo Carneiro, que deixou claro que sob a ditadura do capital é impossível a democratização da comunicação, também assomou entre os presentes a necessidade da discussão e da luta por outra comunicação e outro estado que não esse no qual imperam as relações de dominação. Agora é ficar atento e aprofundar a luta. Sem isso, não anda a ação, e tampouco acontecem mudanças estruturais.

Jornalista Elaine Tavares

27 de abril de 2009

Mesa redonda discute concentração dos meios de comunicação

Uma mesa-redonda da qual participam Celso Tres, Procurador da República em Tubarão, e Danilo Carneiro, membro do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ, hoje, às 19h no auditório da FECESC, vai discutir a concentração dos meios de comunicação no Estado. Mais aqui.

Mesa Redonda: "Grupo RBS: Domínio Econômico e Discursivo".
Dia 27 de abril de 2009, às 19h.
Auditório da FECESC (Av. Mauro Ramos, 1624, Centro).



23 de abril de 2009

Enxurrada

Nesse ponto o alagamento é comum. Esquina da Jorge Fontes com Silva Jardim, próximo ao Senac. Basta uma enxurrada e a situação fica assim como na foto.

Diálogo

"Vossa Excelência me respeite." - Ministro Gilmar Mendes.
"Vossa Excelência me respeite." - Ministro Joaquim Barbosa.
"Está encerrada a sessão." - Ministro Gilmar Mendes.

O Frank deu a idéia e eu trouxe pra cá essa charge ai

Laura adora tomar mamadeira. Mas sabe que são só duas por dia. Uma pela manhã e outra à noite. Nestes dias mais frios ela fica na tentativa de conseguir algo mais. Hoje, depois de insistir com a mamãe algumas vezes travou-se o seguinte diálogo:
_ faz uma mamadeira mamãe.
_ você sabe que são duas, uma de manhã e outra a.....?
_ gora.

22 de abril de 2009

Semana do Trabalhador Jornalista

Na semana em que é celebrado o Dia do Trabalhador, o SJSC realiza a "Semana do Trabalhador Jornalista", cujo eixo será a atuação do Grupo RBS no Estado. A primeira atividade será na segunda-feira, dia 27, e a segunda no dia 30 de abril, quinta-feira.

No dia 27, no auditório da FECESC, na Capital, haverá a mesa-redonda Grupo RBS: Domínio Econômico e Discursivo, da qual participam Celso Tres, Procurador da República em Tubarão, e Danilo Carneiro, membro do Grupo Tortura Nunca Mais/RJ.

No dia 30 será feita panfletagem, das 10 às 13 horas, no Largo da Alfândega em Florianópolis, com esclarecimentos sobre a profissão de jornalista e as implicações da atuação do Grupo RBS no Estado, que é alvo de uma Ação Civil Pública pelo Ministério Público Federal em Santa Catarina. Leia mais.

Conchinhas

No feriado, Laura catou conchinhas na Praia do Campeche

17 de abril de 2009

Pré Pauta

O nome do evento é "Pré Pauta", uma alusão ao bloco carnavalesco dos jornalistas "Pauta Que Pariu". É uma galinhada e será no dia 25 de abril a partir das 11 horas na Associação dos Sargentos Subtenentes, pertinho da cabeceira da ponte Hercílio Luz na Rua Gov. Ivo Silveira, 281 no continente. O preço é R$ 15,00 por pessoa e vai ter música ao vivo. A proposta é reunir jornalistas e amigos pra confraternizar. Depois a idéia é continuar com os encontros pelo menos uma vez por mês que podem ser durante o dia ou a noite. Na organização, pra começar, esse povo com os contatos ai em baixo.
Fabiola - 96161997
Gitane - 99718082
Juraci - 99618119
Josemar - 84012014

Figura

Quem aguenta uma figurinha como essa aí...










16 de abril de 2009

Pergunta e resposta 3

_ Já sabe o sexo do bebê?
_ isso ele vai decidir daqui ha uns 15 anos.

Prenda

Por influencia da vovó Prisca, de quem recebeu o conjunto de cuia e bomba de chimarrão, Laura, maneziha da ilha nascida no HU, tá parecendo uma prenda. Com este vestido então, tá pronta pro baile. Mas bha Tchê!

15 de abril de 2009

Juízes para a democracia

A Associação Juízes para a Democracia convida para o lançamento de seu Núcleo Catarinense – AJD-SC, que acontece às 19h do dia 17 de abril, no Auditório do Complexo de Ensino Superior de Santa Catarina (CESUSC) na Rodovia SC 401, Km 10, Santo Antônio de Lisboa em Florianópolis.
O objetivo é reunir as entidades ligadas à defesa dos direitos humanos, democratização do judiciário e movimentos sociais em geral, para abrir um canal de diálogo entre os juízes e a sociedade.
O Desembargador Lédio Rosa de Andrade fará uma palestra com o tema:“A Responsabilidade Social do Poder Judiciário”. Veja mais no site: http://www.ajd.org.br/ ou no blog do núcleo SC: ajd-sc.blogspot.com

Rompendo cercas

A jornalista Eleine Tavares, colega na direção do Sindicato dos Jornalistas, convida para o lançamento do seu livro “Porque é preciso romper as cercas: do MST ao Jornalismo de Libertação” amanhã, 16 de abril, às 19h, no Auditório do Centro Sócio-Econômico da UFSC. O livro narra a histórica ocupação pelo MST da Fazenda Anonni, no interior do Rio Grande do Sul, ocorrida em 1985/86.

_"falar deste acampamento que existiu no interior de Sarandi, com mais de seis mil pessoas acampadas, é recuperar o caminho histórico do MST, atualmente acossado por agressões de toda sorte, como a que obriga o fechamento de suas escolas no Rio Grande do Sul." ilustra o release. leia mais.

14 de abril de 2009

Defensoria pública e piso estadual

Dois importantes projetos de iniciativa popular, estão em andamento no Estado e devem ser apresentados na Assembléia Legislativa de Santa Catarina.
O primeiro é para criar a Defensoria Pública em Santa Catarina, que permanece como único estado a não ter esse importante instrumento de defesa da população pobre. Para saber mais e preencher o formulário eletrônico apoiando o movimento vá até aqui.
O segundo projeto quer estabeler um salário mínimo estadual a exemplo do que já existe no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Mais detalhes e abaixo-assindo aqui.

Os projetos precisam da assinatura de 1% dos eleitores. Para ter validade a assinatura deve vir acompanhada do número do título de eleitor do assinante.

Só com diploma

Clique na imagem para ampliar

13 de abril de 2009

Fim dos Jornais

"Vendas e receita publicitária dos diários caem por toda parte e eles se mostram altamente sensíveis à crise econômica. A médio prazo, irão sobreviver? Muitos acham que não."
Jornalista e professor Nilson Lage em artigo no JB Online no último sábado.

Mais alguns trechos:

"Os chamados “jornais populares”, que pareceram em dado momento a saída, ocupam-se mais das paixões (eróticas, desportivas) e dos temores (a violência, o sobrenatural) do público minguante dos não-digitalizados. Com repertório limitado de anunciantes (geralmente vendas a varejo, classificados com ofertas de menor custo), seu orçamento é modesto e seu destino incerto..."

"Redações encolhem; multiplicam-se os free-lancers. Mas são sinais enganadores. Quer os jornais sobrevivam ou não, por 10 ou 100 anos, o jornalismo deverá expandir-se notavelmente..."

"O processamento de informação exige dedicação integral, conhecimentos específicos e compromissos com as fontes e os leitores, ouvintes ou espectadores. E o público sabe disso: quem duvida deve consultar estatísticas que indicam onde as pessoas vão buscar informações jornalísticas na internet. Tirando “fenômenos” de duração limitada – a moça que revela intimidades de alcova, o senhor idoso que filosofa sobre como os tempos mudaram – lá se vão em bandos para os endereços do New York Times, Le Monde, El País, Al Jazeera, Ha'aretz..."

O texto faz parte de um especial do JB com artigos de vários autores.

Páscoa

Laura aproveitou e muito o feriadão de Páscoa. Escolheu o ovo, visitou a toca do coelho, andou com a bicicleta dele, ganhou supresinha e virou uma coelhinha.

8 de abril de 2009

Momento pai e filha

Foto: Liliane de Souza

Eles não sabem

Enquanto assistiamos a um filme legendado, o comentário:
_ Eles não sabem falar "Laura" né papai.

7 de abril de 2009

Profissional

"Existe uma palavra mágica que é usada toda vez que o jornalista se defronta com uma questão ética: profissional".
Lúcia Murat

6 de abril de 2009

7 de abril com festa

Cesta de tarifas

O Escritório Regional do DIEESE-SC, vai divulgar um novo produto às suas entidades filiadas. A "Cesta de Tarifas", é um acompanhamento de itens essenciais que pesam no bolso do trabalhador, tais como: energia elétrica, telefone fixo, gás doméstico (GLP), àgua e esgoto, transporte urbano e combustível. Para divulgar os primeiros dados desta pesquisa, o DIEESE realiza um debate no próximo dia 8 de abril, das 14h às 16h, no mini-auditório da Federação dos Trabalhadores no Comércio de SC (FECESC).

3 de abril de 2009

Dia do jornalista com festa

Na próxima quinta-feira, (9) véspera de feriado os jornalistas vão comemorar o seu dia na Cachaçaria da Ilha em Florianópolis. Covert liberado, um chopp de graça, e double drink até às 21 horas. Coisa do Sindicato. Vai dar pra rever os amigos ou encontrar aquele colega de todos os dias. Debater a necessidade do diploma e de uma lei de imprensa. Ou simplesmente beber e jogar conversa fora.

Não há vagas

1 de abril de 2009

Na luta

Jornalistas e estudantes em vigilia durante a tarde de hoje em frente ao prédio do Tribunal Regional Federal em Florianópolis.
foto: Míriam Santini de Abreu

Frase

“1º de abril de 1964: golpe militar. 1º de abril de 2009: golpe contra o jornalismo e a democracia?”.
Frase estampada numa faixa aberta por manifestantes em frente ao STF em Brasilia, hoje, durante o julgamento do recurso contra o diploma que já foi retirado da pauta de votações. Mais aqui

Julgamento

Jornalistas realizam hoje, a partir das 14h, um ato público em frente ao Tribunal Regional Federal (TRF), em Florianópolis, em defesa do diploma e da regulamentação profissional. Nesse horário, estará iniciando o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, do recurso extraordinário contra a exigência da formação específica para o exercício do jornalismo. O TRF fica ao lada da Catedral Metropolitana. Mais no site do SJSC e FENAJ