30 de janeiro de 2010

Dirigentes do MST libertados

No final da tarde deste sábado (30/1), a luta por Reforma Agrária pode comemorar a vitória! Uma vitória da justiça, da dignidade humana. Uma vitória da vida, da vida de quem luta pela vida! Altair, Rui e Marlene estão livres. Foi uma conquista da sociedade, do povo que luta para melhorar a sociedade. Seguimos lutando por Reforma Agrária, por justiça social e soberania Popular!

Desde quinta-feira à noite (28/1), Santa Catarina reviveu momentos que relembraram os tristes e manchados tempos da ditadura militar. A arbitrariedade do Estado, do poder policial e de uma parcela do judiciário colocou atrás das grades pessoas que não cometeram qualquer crime.
Foram presos por trabalharem junto às famílias no esclarecimento de seus direitos enquanto cidadãos e cidadãs. Estavam numa reunião pública, na periferia do município de Imbituba, organizando o povo para lutar pelos seus direitos e por uma vida digna.
As organizações dos trabalhadores, sindicatos, movimentos sociais, professores, parlamentares comprometidos com a causa do povo e advogados populares imediatamente se mobilizaram.
Foram várias as manifestações de apoio aos companheiros presos e de repudio à ação do Estado repressor. O resultado dessa mobilização é a prova de que a sociedade não quer, nem em sonho, regredir na história. Isso demonstra a legitimidade da luta pela Reforma Agrária e por Justiça Social.
Mais de 50 entidades sindicais, representantes de universidades, professores, partidos políticos, deputados e juristas participaram, na tarde desta sexta-feira (29/1), do ato de apoio ao MST de Santa Catarina. A atividade condenou a prisão arbitrária do coordenador do MST de SC, Altair Lavratti, do militante Rui Fernando da Silva Júnior, e da líder comunitária Marlene Borges. Lavratti foi algemado e preso em Imbituba, quando participava de uma reunião com catadores de material reciclado, num galpão, na noite de quinta-feira. Marlene e Rui foram presos na manhã de sexta-feira, depois de se apresentarem voluntariamente. Rui também foi algemado.
As acusações envolvem esbulho possessório (tomada violenta de um bem), formação de quadrilha e incitação à violência, e segundo a PM, foram “preventivas”, ou seja, para evitar que os supostos crimes fossem cometidos. As investigações começaram em dezembro, no entanto, há mais de 10 anos o MST participa de encontros com a comunidade local, informando as famílias sobre seus direitos.
A área de 200 ha, principal motivação das ações, pertence ao Governo Federal e foi cedida ao Governo do Estado para formação de uma Zona de Processamento de Exportações (ZPE) em 1996, no entanto, desde então está abandonada. “O objetivo das reuniões era informar as pessoas sobre seus direitos e mostrar que o MST está solidário às lutas das famílias exploradas também nas cidades”, explicou o coordenador do MST, Lucídio Ravanello. O problema, segundo a comunidade local, é a privatização dos espaços, sem chance para que as famílias possam utilizar-se de uma área que é pública.

Denúncias descabidas
Uma das acusações que causou revolta ao MST é a denúncia, por parte da PM, de que pessoas estariam recebendo dinheiro para participar de mobilizações na região de Imbituba. “Isso nunca ocorreu. É um absurdo gigantesco que não tem qualquer cabimento. Respeitamos a vontade da comunidade local e é só. Gostaríamos de saber de onde a polícia tirou esse tipo de calúnia”, afirmou Ravanello, que desafiou a PM a apresentar provas de que esse tipo de ação ocorreu.

Prisões arbitrárias e ilegais
Juristas presentes ao ato destacaram as prisões como arbitrárias e ilegais, pela utilização de escutas consideradas criminosas pela Organização dos Estados Americanos (OEA), pelo uso indiscriminado de algemas, além do conflito de competências em razão da investigação realizada por uma polícia cuja atividade é amplamente questionada dentro do próprio sistema de segurança – a P2, serviço de inteligência da Polícia Militar de SC. “Acredito que esse é o momento de começarmos aqui uma discussão muito mais ampla, sobre as razões e motivações desses casos de criminalização que se repetem em diversos estados”, afirmou o doutor em direitos humanos e desenvolvimento, advogado Prudente José Silveira Mello, também conselheiro do Comitê de Anistia do Ministério da Justiça.
Em 6 de agosto de 2009, a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA divulgou sentença condenando o Brasil pelo uso de interceptações telefônicas ilegais, em 1999, contra associações de trabalhadores rurais ligadas ao MST no Paraná. O Estado brasileiro foi considerado culpado pela instalação dos grampos, pela divulgação ilegal das gravações e pela impunidade dos responsáveis.
Prudente ainda destaca que Altair Lavratti não teve respeitado o direito de contatar um familiar ou qualquer conhecido, para informar sobre sua prisão. Autoridades locais, advogados e representantes do MST somente conseguiram localizar Lavratti às 8h da manhã da sexta-feira, quase 10 horas depois da prisão. “Ele foi isolado de forma ilegal. Ninguém o encontrava em qualquer local e as autoridades não informavam sobre onde ele poderia estar”, disse.
Em nota, o movimento em SC destaca que “a prisão de homens e mulheres ligados ao MST, além de líderes comunitários, quando realizavam uma reunião com integrantes da comunidade, em Imbituba, demonstra uma faceta controversa do Estado, do poder policial e de uma parcela do judiciário. Estas pessoas foram detidas mesmo sem cometer qualquer crime, apenas pelo fato de trabalharem junto às famílias no esclarecimento de seus direitos enquanto cidadãos e cidadãs.”
Outra questão controversa do episódio é a participação do Ministério Público nas investigações. Foi o MP quem solicitou à justiça a quebra do sigilo telefônico de integrantes do MST, e também quem organizou, junto da PM, a prisão preventiva dos representantes do movimento. “O MST, como já ocorreu com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), é vítima de uma ação orquestrada que utiliza como artifício a prisão “preventiva” por “suspeita de invasão”. Para a polícia e para o poder judiciário, pelo que se entende a partir desta ação, reuniões que envolvam sindicalistas e lutadores sociais passam a ser “suspeitas” e, sendo assim, são passíveis de interrupção e prisão”, destaca o movimento na nota divulgada na manhã de sexta-feira.
Durante o ato, os representantes de mais de 50 entidades assinaram uma moção de apoio ao MST, e de repúdio à ação da Polícia Militar e do Judiciário. Do site do MST

29 de janeiro de 2010

Legal

Eric sinalizando positivamente.

Movimentos Sociais repudiam prisão do coordenador do MST em Santa Catarina

Uma entrevista coletiva convocada pela direção do MST, realizada na tarde de hoje na sedo do Sindicato dos Bancários (foto) em Florianópolis, acabou se transformando num ato de repúdio dos movimentos sociais contra a prisão, de forma arbitrária, do coordenador do movimento, Altair Lavratti ontem à noite (28) em Imbituba.
A prisão realizada pela Policia Militar a pedido do Ministério Público aconteceu durante uma reunião com catadores de Papel da cidade. Lavratti foi detido por “formação de quadrilha”, acusado de preparar uma ocupação de terras na região. Foi encaminhado ao presídio de Tubarão, onde ficou incomunicável até a manhã de hoje.
Também foram presos, Marlene Borges, presidente da Associação Comunitária Rural, grávida de três meses e Rui Fernando da Silva Junior. Os advogados do movimento já entraram com um pedido de habeas-corpus e a libertação é aguardada para as próximas horas.
A ação da polícia e do MP teve objetivo de evitar uma suposta tentativa de invasões pelo MST de área pública na cidade, a Zona de Processamento de Importações. O suposto plano de invasão foi negado pela coordenação do movimento. A ZPE está em estado de abandono e é alvo de interesses de empresários da região. O Ex-deputado Afrânio Boppré informou que a terreno de propriedade da união foi repassado ao estado que por sua vez o repassou a prefeitura de Imbituba, o que é ilegal.
Diversas entidades, parlamentares e lideranças dos movimentos sociais lotaram o auditório onde aconteceu a coletiva e se revezaram condenando a ação de criminalização dos movimentos sociais promovida pela polícia e pelo poder público do Estado. O MST considerou a ação descabida e autoritária e as acusações mentirosas. Condenou ainda a forma orquestrada com que os movimentos sociais estão sendo atacados em todo o país.
De acordo com informações publicadas no Diário Catarinense, o juiz Fernando Seara Hinckel teria autorizado gravações telefônicas e determinado a intervenção do Ministério Público no caso. Também teria havido a participação de P-2 (policiais a paisana, disfarçados) infiltrados nas reuniões dos militantes sociais da região de Imbituba.
Durante a coletiva de hoje o Deputado Sargento Soares questionou a atuação da polícia disfarçada. Segundo ele, esses policiais existem para investigar casos de suspeitas de corrupção praticada por policiais e não pra investigar a sociedade, o que é ilegal. Foto: Josemar Sehnem Leia também artigo da Jornalista Elaine Tavares.

28 de janeiro de 2010

SINJUSC acompanha caso da servidora que era obrigada a dividir salário com desembargador

O Sindicato dos Servidores do Judiciário - SINJUSC, protocolou no ultimo dia 25 no gabinete do presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador João Eduardo Souza Varella, ofício requerendo que o sindicato seja admitido a acompanhar a tramitação do processo administrativo que apura o caso da ex-servidora do TJ que disse em matéria na imprensa que era obrigada a dividir o salário com o desembargador que assessorava e sua esposa.
O processo nº 358.958-2009.7 teve origem depois da publicação de uma matéria no jornal Diário Catarinense em 24 de dezembro do ano passado onde a ex-servidora afirmou que era obrigada a transferir parte do salário para conta do desembargador do TJ-SC em cujo gabinete trabalhava desde 2006.
A assessoria jurídica do SINJUSC também está agindo neste caso. Os advogados protocolaram documento no Ministério Público do Trabalho sugerindo ao Procurador do Trabalho que solicite ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina informações sobre a apuração dos fatos denunciados e acompanhe o desenrolar do respectivo expediente administrativo. Leia mais aqui.

Amigo Imaginário

Essa da Laura foi publicada originalmente no Blog da Lili.
Normalmente as crianças dizem ter um amigo imaginário.
Já a Laura diz:
-Mãe vem aqui me ajudar.
-O que foi filha.
-Não é tu mãe, eu tenho uma família invisivél.

27 de janeiro de 2010

Nova carteira de Jornalista começa a ser emitida

A FENAJ está recebendo a partir desta semana, os processos encaminhados pelos Sindicatos da categoria para a emissão da nova carteira de identidade profissional de jornalista. Em formato de cartão magnético, o novo documento, que terá validade de três anos, será produzido num prazo médio de 20 dias.
O processo de emissão da carteira de identidade profissional da categoria foi suspenso no final do ano passado para a adequação da carteira ao modelo biométrico digital. O novo processo garantirá maior segurança, durabilidade e qualidade na identificação dos jornalistas.
Consultando o Sindicato dos Jornalistas de seu estado ou região (SJSC)os interessados obterão as informações sobre a documentação e procedimentos necessários para a emissão da nova carteira de identidade profissional.
Em função do aumento dos custos para a emissão do novo documento e de sua maior durabilidade, os valores para sua aquisição sofreram alteração. Jornalistas sindicalizados e em dia com a tesouraria de seu Sindicato pagarão 75 reais, sindicalizados mas inadimplentes pagarão 150 reais e para os não sindicalizados o valor é de 300 reais. Fonte SJSC.

26 de janeiro de 2010

Mesesário

Olha o risadinha aí completando dois meses hoje. Merece um apertão.
Foto da Lili.

25 de janeiro de 2010

1, 2, 3... 10 limões

A Lili começou e me convenceu a fazer junto uma tal de Dieta do Limão. Consiste, basicamente em tomar o suco do limão em jejum durante 20 dias. No primeiro dia, um limão, no segundo dois e assim por diante até chegar a 10 limões. Depois decrescer até chegar a um limão. O objetivo é desintoxicar o organismo, mas os resultados são controversos. Isso só pra dizer que hoje foi o dia dos 10 limões.

20 de janeiro de 2010

PQP

A reunião dos organizadores do bloco de carnaval dos jornalistas, o "Pauta que Pariu", na segunda-feira a noite, definiu local data e custo da camiseta do Bloco: A festa será no sábado 13 de fevereiro, a partir do meio dia, na Kibelância, Centro de Florianópolis. Depois do esquenta haverá o tradicional desfile pela Praça XV de Novembro. A camiseta custará R$ 35,00, e dará direito a música, carreteiro, cerveja, água e refrigerante (número limitado por pessoa). Este ano as camisetas serão verde, amarela e branca, em alusão à Copa do Mundo. locais de vendas serão anunciados em breve. Informações com Fabíola (9616-1997), Stefanes (9602-6443), Juraci (9961-8119), Gitane (9971-8082), Josemar (8401-2014) e no Sindicato dos Jornalistas (3228-2500).

19 de janeiro de 2010

Estréia

A foto, clicada pela Lili, é pra comemorar a estréia com vitória do Figueira, ontem no Campeonato Catarinense. O Eric, um dos mais tenros torcedores alvinegros, teve a oportunidade de estrear o uniforme completo patrocinado pelo dindo Marlon. E teve a companhia da Irmã Laura, meio que fazendo um contra-ponto a este post aqui, onde ela deu um tremendo susto no papai aqui. Ta redimida.

Sobre outro boicote

Esse boicote da Tractebel às atividades do Sindicato dos eletricitários, o SINERGIA, do qual falei no post anterior me lembrou de um fato parecido e que traz em si o mesmo preconceito. Em 2008, quando foram divulgados os vencedores da segunda edição do Troféu Olívio Lamas de Fotojornalismo, a RBS, em seus veículos, (DC, HORA e AN) publicou a informação em destaque, inclusive na capa do Caderno Variedades. Nem podia ser diferente, afinal, os fotógrafos primeiro e segundo colocados trabalham em veículos da empresa. No entanto omitiu o que para a empresa pode ser uma informação desnecessária. Os organizadores e realizadores do evento e o seu patrocinador, Sindicato dos Jornalistas, Associação Catarinense de Imprensa e Eletrosul, respectivamente. O SJSC fez matéria criticando a postura da RBS e eu reproduzi aqui. Abaixo um trecho.
Os periódicos não informam é que o Troféu Olívio Lamas, realizado pelo segundo ano consecutivo e com a maior premiação em Santa Catarina a jornalistas profissionais, foi promovido pelo Sindicato dos Jornalistas (SJSC) e Associação Catarinense de Imprensa (ACI), com patrocínio da Eletrosul e Governo Federal. Diário Catarinense, Hora de Santa Catarina, A Notícia e Notícias do Dia informaram o fato sem contar o enredo inteiro. Fica a impressão de que houve má-vontade com os promotores e com o patrocinador.
Existem outros projetos semelhantes e que sempre recebem total cobertura dos veículos da RBS, aliás, invariavelmente seus profissionais estão sempre entre os premiados. O prêmio FIESC de Jornalismo e o Fatma de Jornalismo Ambiental são dois exemplos que recebem vasta cobertura. Estranho foi o tratamento dado ao Troféu Olívio Lamas de Fotojornalismo. O engraçado é que o mérito para a RBS está justamente em ser premiada pelo Sindicato dos Jornalistas. Não pensem que ignoro todas as questões embutidas na relação ente patrão e empregado ou, no caso, RBS e SJSC, mas omitir o nome do Sindicato numa matéria de página inteira, apenas pelo fato de que é o SINDICATO é preconceito e burrice.

18 de janeiro de 2010

Tractebel impede realização de projeto cultural pelo Sinergia.

Coisa feia Tractebel. Impedir a realização de ações culturais na empresa só porque são patrocinadas pelo Sindicato. Nota divulgada pelo Sinergia - Sindicato dos Eletricitários do Florianópolis, informa que a Tractebel está impedindo a realização de ações culturais na empresa, como o Projeto Meia Hora, que existe há 15 anos e é apresentado todo ano na Eletrosul e Celesc.
O Meia Hora envolve não somente os trabalhadores eletricitários, mas outros segmentos e pessoas de Florianópolis e do estado de Santa Catarina foi uma maneira encontrada pelo Sindicato para incorporar a cultura na sua luta.
Além disso, o Sinergia informa que a Tractebel mantém práticas que buscam impedir a participação dos empregados nas discussões do sindicato. A proibição de acesso aos locais de trabalho é uma delas, embora a representação sindical seja um direito legítimo e indispensável, previsto no artigo 8º da Constituição Federal.
Como forma de protestar contra a proibição, o Sinergia realiza amanhã (19) das 7h 30min até as 9h, na porta da sede da Tractebel em Florianópolis, um ato com diversas apresentações culturais.

Hu, avaê...

A propósito do início do Campeonato Catarinense de 2010, lembrei dessa aí que a Laura aprontou ainda no ano passado.

Um belo dia ela entrou em casa gritando: "Hu, avaê... hu, avaê..."
Tentando me recuperar do choque chamei sua atenção e perguntei:
_ Filha tu vai torcer pelo Avai?
_ Vou, disse sincera.
Sentei no sofá, mostrei pra ela a camisa alvinegra e tentei ponderar. Beijei o escudo e disse:
_ Mas filha o papai torce pro Figueira.
Como que me consolando, ela chegou perto fez um biquinho e beijou o escudo também.
Refeito e confiante tornei a perguntar:
_ Tu é figueira filha?
E a malandrinha saltitando em direção ao quintal:
_ "Hu, avaê... hu, avaê...

15 de janeiro de 2010

Olha o carnaval aí gente...

O bloco de Carnaval "PaUTA QUE PARIU", dos Jornalistas de Santa Catarina e agregados realiza a segunda reunião para organizar o desfile de 2010 na segunda-feira, dia 18, às 19hs, no kibelândia, imediações da agência dos Correios, no Centro de Florianópolis. Nesta reunião será definido o local da festa de Carnaval. O contato para mais detalhe é com a Fabíola, 9616-1997. A ilustração acima é do BECK para o desfile de 2009.

Outro que está iniciando os preparativos é o Bloco dos Servidores do Judiciário o "Dona Justa". Tradicionalmente o bloco sai às ruas na sexta-feira de carnaval depois das 19hs e reúne familiares e os trabalhadores do Fórum da Capital e do Tribunal de Justiça. As camisetas ha 4 anos carregam a ilustração do ZÉDASSILVA.

14 de janeiro de 2010

Conferência de Defesa Civil

Numa iniciatida de um grupo de entidades representativas de moradores, entidades profissionais, entidades sindicais, lideranças políticas e cidadãos interessados em discutir a Defesa Civil será realizado na próxima quinta-feira, dia 21de janeiro, às 19 horas, um Seminário Estadual preparatório para a Conferência de Defesa Civil.
O evento acontece na auditório da FECESC (Av Mauro Ramos – em frente ao banco redondo). A idéia é apoiar os debates e a realização de Conferências Municipais em Santa Catarina.
O Calendário da Conferência prevê que a Etapa Estadual ocorra até o início de março. Mas as notícias eram de que isso não aconteceria no Estado de Santa Catarina. Para buscar que a Conferência Estadual seja realizada, o grupo começou a se reunir em dezembro passado.
Os objetivos são: 1) dialogar com o Governo Estadual para que ele convoque a Conferência Estadual; 2) mobilizar a sociedade para que muitas cidades realizem a Conferência Municipal. A Etapa Municipal foi ampliada até o mês de fevereiro, o que tornou possível a convocação de novas Conferências Municipais.
Agora, chega a informação, por meio do Deputado Estadual Décio Góes, de que o Coordenador Estadual afirmou que irá convocar a Conferência Estadual.
A Comissão Pró-Conferência de Florianópolis, chegou à conclusão de que seria importante realizar uma atividade de aproximação com o tema da Defesa Civil, que facilitasse aos movimentos sociais formular suas contribuições à política de Defesa Civil e decidiu colaborar na organização de uma Teleconferência preparatória (seminário), que será realizada no dia 21 de janeiro, às 19 horas na FECESC.
Na teleconferência haverá uma explanação sobre a Conferência e sobre os temas envolvidos no debate sobre Defesa Civil. Serão convidados autoridades estaduais e nacionais para participar.
Depois das apresentações, todos os participantes poderão apresentar suas questões para debate. Será possível assistir à Teleconferência por meio da Internet, AQUI. Basta entrar no site e seguir as orientações.
No mesmo site há um espaço para diálogo, onde as questões e propostas poderão ser apresentadas.
Maiores informações poderão ser obtidas junto a Comissão Pró-Conferência: Marcio (48).9971.4013; Eleonora (48).9107.0337; Jair (48).9997.5876 e Denílson (48).9901.3471.
A realização da Conferência Nacional de Defesa Civil consiste em uma oportunidade impar de a sociedade brasileira se assenhorar e elaborar uma política pública para essa área. Para os catarinenses, participar dessa Conferência é uma forma de fazer um diálogo fraterno com os brasileiros que se envolveram na solidariedade que nos foi prestada nos momentos de sofrimento vividos em nosso estado. Participar desse diálogo será uma forma de retribuir com nossa experiência, aos cidadãos brasileiros que enviaram muitos milhões de reais para apoiar os catarinenses atingidos pelas chuvas de novembro de 2008.

Acabô

Antes que eu conseguisse fechar a porta do banheiro, Laura recomendou:
_ quando terminar me chama assim: acabô, tá pai?

8 de janeiro de 2010

Piso estadual de salários está oficialmente em vigor desde 1º de janeiro

O ano de 2010 começa com alta no salário de profissões como empregadas domésticas, operadores de telemarketing e autônomos do comércio em Santa Catarina. Desde o dia 1º, o piso salarial do Estado está em vigor, estabelecendo quatro faixas salariais entre R$ 587 e R$ 679, enquanto o salário mínimo nacional passou de R$ 465 para R$ 510.
Aprovado em setembro, o novo salário é aplicado obrigatoriamente para as categorias que não têm piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo. Cálculo do Dieese de Santa Catarina estima que 518 mil trabalhadores devem ser beneficiados – um terço da mão de obra que tem carteira assinada no Estado. Esse grupo recebe até um salário mínimo e meio e, segundo o Dieese de SC, o rendimento de todos os trabalhadores desta faixa deverá ser impulsionado pelo novo piso. Para o supervisor técnico do Dieese em Santa Catarina, José Álvaro Cardoso, mesmo quem tem convenção coletiva deve reivindicar pelo menos a menor faixa do novo piso (R$ 587).
O trabalhador com direito ao piso, mas que ainda não teve o salário adaptado à lei, deve procurar o sindicato de sua categoria ou o Ministério Público do Trabalho. Para 2010, os valores do piso permanecem os previstos na lei. Para o próximo ano, esses valores serão revistos por meio de acordo entre trabalhadores e empresários, com intermediação do governo estadual. Fonte Fecesc

4 de janeiro de 2010

Só alegria

Pessoal, em 2010, felicidades a todos.
Na foto o Eric com 17 dias em um clic da Lili, mostrando o que talvez tenha sido o seu primeiro sorriso.