26 de fevereiro de 2010

Ja tenho 3 meses.

Olha só o meu retratinho pessoal. To um pouco sério tá, mas é porque eu já estou com 3 meses. É o peso da idade. Foto da Lili capturada lá do Pacotinho de Surpresas.

25 de fevereiro de 2010

Jornalistas iniciam Campanha Salarial 2010

O Sindicato dos Jornalistas começa neste dia dois de março o processo de discussão da pauta de negociações para a campanha salarial de 2010. O Piso salarial reivindicado é de R$ 1.800. Em Santa Catarina, de 1996 a 2002 os jornalista tiveram uma perda de 13%. Nas últimas negociações chegou-se a um acordo de que estas perdas seriam repostas de maneira gradual. Nos últimos dois acordos (2008/09) foram acrescentados 1% de ganho real, o que significa que da perda de 13% ainda ficam faltando 11%.
A intenção do Sindicato é recompor estas perdas e ainda definir um ganho real de verdade para os trabalhadores. Além disso, o SJSC está acrescentando à pauta de negociação uma série de cláusulas sociais para melhorar as condições de trabalho. Mas, para garantir esta pauta e a elevação dos salários, não basta estabelecer uma comissão de jornalistas para discutir com os patrões. O sindicato convida a todos os jornalistas para as assembléias de discussão da pauta e de negociação.
Veja o calendário:
2 de março - Jaraguá do Sul
3 de março - Joinville
9 de março - Tubarão
10 de março - Criciúma
16 de março - Lages
17 de março - Blumenau
18 de março - Itajaí
23 de março - Concórdia
24 de março - Chapecó
25 de março - São Miguel do Oeste
31 de março - Florianópolis
Detalhes aqui ó

23 de fevereiro de 2010

Fechou o Tempo

Um pouco mais cedo do que ontem, o tempo voltou a ficar feio sobre a capital de todos as catarinenses. Pelo menos a chuva chega para aplacar, um pouco, a onda de calor que tá fazendo.

22 de fevereiro de 2010

Museu da Comunicação de Santa Catarina

O Museu da Comunicação de Santa Catarina será intalado nesta nesta terça-feira (23), às 15h no antigo  Abrigo de Menores, no bairro Agronômica, em Florianópolis. O local será entregue oficialmente pelo governador LHS, e também será sede da ACI. A proposta segundo o presidente Arnon, é que o local seja um espaço interativo, com palestras, cursos, workshops e eventos que envolvam todas as mídias. Opa. Vamos ver então...
Informação do Site da ACI

Retrospectiva carnavalesca

A Lili fez, lá no Pacotinho de Surpresas, duas retrospectivas carnavalescas mostrando a participação da Laura e do Eric no Bloco Pauta Que Pariu. A reliquia que ela encontoru nos arquivos fotográficos foi essa foto aí onde o Rei Momo abençoa a Laura, na época com seis meses, ainda na barriga da mamãe.

18 de fevereiro de 2010

A última da Laura

No café da manhã, Laura indignou-se com nosso papo:
_ Parem de falar essas coisas, a minha cabeça tá ficando burra, o meu ouvido não aguenta mais falar.

17 de fevereiro de 2010

SINJUSC é contra a criação de mais 10 cargos de Desembargador no TJ-SC

Ao assumir a presidência do Tribunal de Justiça no início do mês, o Desembargador José Trindade dos Santos manifestou publicamente sua intenção de criar 10 novos cargos para desembargador do TJ de Santa Catarina. O Sindicato dos Servidores do Judiciário é contra e lançou Nota Pública onde expões os motivos da contrariedade. Argumenta o SINJUSC que o problemas não está no segundo grau.
"O gargalo do Judiciário encontra-se na justiça de primeiro grau, onde constantemente faltam juízes e servidores para o bom desempenho do trabalho de prestação jurisdicional. Há falta de pessoal, tais como Oficiais de Justiça, Técnicos, Assistentes Sociais, Comissários, Agentes de Portaria, Analistas (Escrivães e Secretários) e Juízes. Quase 90% dos processos começam e terminam no 1º. Grau" Afirma a nota.
O documento conclui que por outro lado, "o custo da criação de 10 cargos de desembargadores soma salários de desembargadores, em média sete assessores por gabinete, estrutura física, automóvel, motorista, etc, e ultrapassa a casa dos dez milhões de reais por ano". Leia a íntegra.

Nota Pública sobre a proposta de criação de
mais cargos de Desembargador no TJ-SC
  • No dia 1º. de fevereiro de 2010, ao assumir a presidência do Tribunal de Justiça o presidente empossado, desembargador José Trindade dos Santos declarou a intenção do Tribunal de Justiça de criar dez novos cargos de desembargador. Em 2006 a Administração do Judiciário já havia aumentado o número de desembargadores de 40 para 50. Ao todo, no Tribunal de Justiça, já são 68 desembargadores, considerando-se que existem 18 juízes substitutos de 2º. grau.
  • O SINJUSC, através de sua direção, vem a público manifestar sua CONTRARIEDADE a esta proposta esboçada pelo TJ-SC. Ela representa, a nosso ver uma inversão de prioridades que se distancia das necessidades reais do judiciário catarinense, de seus servidores e da população de nosso Estado
  • Em média apenas 12% dos processos que tramitam nas comarcas chegam aos Tribunais de Justiça do país. Em notória contradição, o presidente do TJ diz pretender dar prioridade ao Judiciário voltado para as questões sociais, mas atua para fortalecer a estrutura onde estas questões praticamente não chegam, que é no segundo grau de jurisdição. Quase 90% dos processos começam e terminam no 1º. Grau.
  • Queremos reiterar o que foi manifestado em 2006: o gargalo do Judiciário encontra-se na justiça de primeiro grau, onde constantemente faltam juízes e servidores para o bom desempenho do trabalho de prestação jurisdicional. Há falta de pessoal, tais como Oficiais de Justiça, Técnicos, Assistentes Sociais, Comissários, Agentes de Portaria, Analistas (Escrivães e Secretários) e Juízes. Enquanto isso abusa-se da precarização através de estagiários, bolsistas, voluntários e terceirizados, fato investigado pelo Ministério Público do Trabalho. Ao mesmo tempo, reivindicações legítimas dos trabalhadores, e de interesse da sociedade, encontram-se barradas nos escaninhos do TJ.
  • O custo da criação de 10 cargos de desembargadores soma salários de desembargadores, em média sete assessores por gabinete, estrutura física, automóvel, motorista, etc, e ultrapassa a casa dos dez milhões de reais por ano, recursos que permitiriam ampliar significativamente o trabalho no 1º. grau, e atender necessidades urgentes de melhorias nas estruturas de pessoal.
  • Reiterando a disposição do SINJUSC de contribuir para o aperfeiçoamento do judiciário catarinense, manifestamos o receio de que medidas dessa natureza possam enveredar pelo caminho do casuísmo, afastando-se significativamente do interesse público que deve prevalecer em qualquer decisão de natureza política por quem tem a responsabilidade de gerir a coisa pública. O SINJUSC seguirá discutindo com a categoria, este e outros assuntos de relevância para o Judiciário e para a sociedade.
Diretoria Executiva do SINJUSC
Sindicato dos Servidores do Judiciário de Santa Catarina

16 de fevereiro de 2010

Namorados

_ A Minnie é amiga da Margarida né pai?
_ Amissíssimas filha.
_ O Mikey, o Donald, hummm... o Pateta, o Pluto também são amigos né?
_ São sim.
_ É porque eles são meninos né?.
_ É sim.
_ A Minie e a Margarida são amigas porque elas são meninas né?
_ Com certeza filha.
...
_ Pai, a Minie e o Mikey são amigos?
_ Acho que eles são namorados...
_ E a Margarida e o Donald também são namorados?
_ São sim.
_ Então o Pateta e o pluto são namorados? (e sem dar tempo pra resposta):
_ Mãããnhêêêêê o Pateta e o Pluto são namorados...

15 de fevereiro de 2010

Primeiro Carnaval

A medida que vamos envelhecendo substituímos os aniversários por "primaveras" ou "carnavais". Eu por exemplo estou completando 41 carnavais esta semana. Já o garotão aí no colo da mamãe nota 10, curtiu, durante a festa do Bolco Pauta Que Pariu no sábado, o seu "debut" carnavalesco. Dormiu a maior parte do tempo, mas também fez muita pose.

12 de fevereiro de 2010

Marchinha e Samba Enredo do Pauta Que Pariu

Clique e Escute a Marchinha e o Samba Enredo do Bloco Pauta Que Pariu

A Pauta que o Pariu (de Jorge Coelho)
Tô na escuta, eu tô ligado
no diz-que-diz-que de todo dia
catando a nova lá no mercado,
no senadinho e na delegacia.
(bis)
[Onde há fumaça, doutor,
diz o ditado...
eu levo fogo prá editoria]
Com tanto passa a mão,
corrupção, a pauta que o pariu
agora eu quero é cantar, soltar o peito
“hasta la vista” patrão, é meu direito
(bis)
[O carnaval eu faço do meu jeito
e vou à caça do furo perfeito]

Pauta Que Pariu 2010 - Todas as camisetas vendidas

Putaqueopariu!! o "Pauta Que Pariu" vendeu todas as camisetas do carnaval 2010. Não adianta chorar quiridu, acabô. Vê se em 2011 garante a sua com antecedência. Pra quem vai na Kibelandia amanhã, saborear o carreteiro e a cervejinha, curtir a presença dos amigos, esnobar dos inimigos e depois fazer papelão desfilando com o tradicional bloco dos Jornalistas clica AQUI e escuta a Marchinha e o Samba Enredo pra fazer bonito na XV. Até lá

11 de fevereiro de 2010

Pauta Que Pariu 2010

A foto da Petra Mafalda mostra figuras carimbadissimas do jornalismo catarinense durante a festa do Pauta Que Pariu em 2009. É só pra atiçar a galera e dizer que restam poucas camisetas. As vendas estão concentrdas no local da festa a Kibelandia. O desfile será no sábado 13 às 17h na Praça XV. Antes tem esquenta a partir do meio dia com carreteiro e bebidas. $$ 35,00 por cabeça.

Florianópolis terá uma mulher na Câmara de Vereadores por 60 dias

A partir das 17h de hoje e pelos próximos 60 dias uma voz feminina vai voltar a soar no Plenário da Câmara de Vereadores de Florianópolis. A primeira suplente Coligação “Inovar Florianópolis” PCdoB/ PDT, Janete Teixeira (PCdoB) assume o mandato durante a licença do vereador Ricardo Camargo Vieira (PCdoB) e será a primeira mulher vereadora representante do sul da Ilha na Câmara de Florianópolis. Na legislatura anterior Angela Albino, também do PCdoB, ocupou uma cadeira na Câmara.
No entanto parlamentares mulheres continua sendo coisa rara. Florianópolis é a única Capital a não eleger mulheres nas eleições de 2008. Em Santa Catarina foram eleitas na mesma legislatura 271 vereadoras e 2426 vereadores. Dados do site do TSE.
Estudo da cientista política Patrícia Rangel, aponta que em 2008, foram eleitas no Brasil 6.512 mulheres (12,5% do total de eleitos/as) e 45.474 homens (87,5%). Em 2004, foram eleitas 6.555 mulheres (12,65% do total de eleitos/as) e 45.238 homens (87,33%). Constata-se em 2008, uma diminuição de 43 mulheres e um crescimento de 236 homens eleitos/as em relação às eleições de 2004.
Com esses números o Brasil é um dos países com a menor paridade entre generos das pessoas ocupantes de cargos eletivos ou de poder.
De acordo com a União Interparlamentar, organização internacional que congrega os parlamentos dos países, o Brasil ocupa o 142º lugar em relação à presença de mulheres nos parlamentos, num ranking de 188 nações.
O debate é importante e deve apontar para a criação de estratégias e ações que promovam a participação igualitária e plural das mulheres em todos os espaços de poder.

10 de fevereiro de 2010

"Acessoria"

Por sorte a "acessoria" prestada por essa empresa aí, com sede no Loteamento Pagani em Palhoça é imobiliária.

8 de fevereiro de 2010

Sindicato dos Jornalistas aceita filiações de não diplomados

A Direção do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina deliberou, em reunião do dia cinco de fevereiro, por aceitar a filiação de todos os profissionais com registro junto ao Ministério do Trabalho desde que no efetivo exercício das atividades da categoria.
Os diretores do SJSC entendem que a aplicação do Estatuto da entidade abrange todos os trabalhadores jornalistas, inclusive aqueles que não são formados. “Se há trabalhador com registro e no pleno exercício do contrato de trabalho, o Sindicato deve lutar por melhorar suas condições de trabalho, lutar por salários dignos e condizentes com a importância da profissão e ampliar os direitos sociais”, disse o presidente do SJSC, Rubens Lunge.
A posição da Direção não interrompe a luta de todos os jornalistas brasileiros, de assegurar o acesso ao registro profissional com a formação superior. “O STF (Supremo Tribunal Federal) criou uma situação esdrúxula ao derrubar o nosso diploma, e o Ministério do Trabalho ampliou este cenário ao não estabelecer critério para a concessão do registro profissional a partir da sentença do STF e até que as emendas constitucionais que trazem de volta a formação sejam votadas pelo Congresso”, afirmou Lunge. Diante disso, Rubens Lunge afirmou que “o Sindicato não pode se negar a defender os trabalhadores cujos registros foram concedidos, neste momento, sem o diploma”.
Fonte: SJSC

6 de fevereiro de 2010

Na terceira

Laura, essa aí fazendo pose anda impossível. Agora resolveu falar na terceira pessoa. "A Laurinha tá com fome... a Laura já tomou banho... acho que a Laurinha tá um pouquinho cansadinha..." Outro dia trocando de roupa ela: "A Laura não pode por essa calcinha papai". Por que filha? "Vai deixar a Laura toda marcada". Foto da Lili.

5 de fevereiro de 2010

Camisetas do Pauta que Pariu à venda

Já estão disponíveis as camisetas do "Pauta que Pariu", bloco de Carnaval dos Jornalistas. A festa, no sábado, 13 de fevereiro, na Kibelândia, começa ao meio dia. A camiseta, com a ilustra do Beck, este ano na cor verde, custa R$ 35,00. Dá direito ao carreteiro e bebidas. Depois do esquenta tem o tradicional desfile pela Praça XV ao som do Samba Enredo do bloco. Quer ir? pergunte me como 8401-2014, ou se preferir com algum desses vendedores.

Fabíola 3028-4039/9616-1997
Stefanes 3228-2500/9602-6443
Gitane 9971-8082
Juraci 9961-8119
Sindicato dos Jornalistas 3228-2500
Kibelândia (Cris) 3322-0760

4 de fevereiro de 2010

Piso estadual de salários: Empresários mudam discurso

Em documento distribuido pela assessoria de comunicação a Federação dos Trabalhadores no Comércio - FECESC apresenta o relato do programa Conversas Cruzadas da TVCom que debateu o Piso estadual de Salários. Em discussão a aplicação dos pisos regionais e a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 4364 impetrada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), numa solicitação da Fecomércio SC para impugnar a lei 459/09, que institui o Piso Regional.
Para a surpresa até mesmo do apresentador do programa Renato Igor, os argumentos dos empresários contrários a aplicação do piso deixaram de ser econômicos e passaram a ser sociais. Antes, segundo os empresários, o problema girava em torno do aumento do desemprego e da informalidade. Segundo eles, a aplicação do piso iria inviabilizar alguns setores.
Contrariando esses argumentos, o presidente da Fiesc Alcântaro Corrêa afirmou que o problema agora não é financeiro. “Questionamos as discriminações a determinadas categorias”, disse ele. Para o presidente da Fecomércio Bruno Breithaupt a nova lei fere o princípio da isonomia ao privilegiar alguns setores e deixar outros de fora.
Participaram do debate Alcântaro Corrêa presidente da Fiesc, Bruno Breithaupt presidente da Fecomércio-SC, Francisco Alano presidente da Fecesc e José Álvaro Cardoso economista e supervisor técnico do Dieese-SC.
O presidente da Fecesc Francisco Alano lembrou que o artigo 577 da CLT deixa claro que a lei beneficia a todos os trabalhadores. Alano questionou ainda a afirmação de que o problema deixou de ser financeiro. “Se o problema não é econômico, porque há tanta resistência em fechar as negociações com os comerciários fazendo com que o dissídio esteja tramitando desde agosto de 2009, há seis meses?”.
Outro fator levantado pelos empresários é de que a lei acaba com a livre negociação e com a necessidade de existência dos sindicatos. O economista do Dieese José Álvaro lembrou que o salário é apenas um dos aspectos das negociações entre as partes. Além disso, assim como hoje a base para o inicio das negociações é o salário mínimo nacional, a partir de agora o que muda é que a referência passa a ser o piso regional. “Vale lembrar ainda que os reajustes dos pisos serão discutidos por uma comissão tripartite composta pelo Governo do Estado, trabalhadores e empresários, o que torna o processo participativo”, declarou.
Outro fator questionado pelos empresários é o desrespeito as realidades regionais. Eles argumentam que é economicamente injusto aplicar o mesmo piso para as diferentes regiões do estado. O presidente da Fecesc mostrou os resultados de uma pesquisa feita pela Federação nos municípios de Canoinhas e Jaraguá do Sul que demonstra o equívoco do argumento. Segundo os dados levantados, o piso para a categoria de comerciários em Canoinhas é de R$ 489,00 enquanto que em Jaraguá do Sul aplica-se R$ 690,00.
Porém, ao levantar o valor de diversos produtos comercializados nos dois municípios não houve diferença de preço. Em alguns casos Canoinhas chegou a apresentar valores ainda mais elevados em função da logística de abastecimento. “O que os empresários defendem é a diferenciação na hora de pagar seus funcionários, mas quando se trata de vender seus produtos a realidade regional é ignorada”, demonstrou Alano.
Os representantes da Fecesc e do Dieese questionaram ainda o fato dos setores empresariais não terem participado dos debates e das negociações para a criação da Lei, apesar dos inúmeros convites para reuniões e audiências públicas. “Porque questionam agora na justiça se poderiam ter participado do processo de confecção da lei, evitando agora esse processo?”, perguntou Alano.
Além de afirmar equivocadamente de que nunca receberam convite (apesar dos diversos ofícios expedidos pelo Governo do Estado), o presidente da Fiesc Alcântaro Corrêa deixou claro que “não participamos do processo porque nós não íamos negociar coisa nenhuma. Não participamos porque não concordamos
Juliana Claudio (Mtb:02789/SC)
Leia mais sobre o Piso estadual de Salários

3 de fevereiro de 2010

O farol virou livro

O jornalista e fotógrafo Eduardo Tavares está lançando no próximo sábado, (6) um livro fotográfico retratando o Farol de Santa Marta, localizado a 15 km de Laguna. São 68 páginas com 264 fotos coloridas, e textos descontraídos e objetivos, do autor.
Nas páginas do livro “Pharol de Santa Martha”, nome de batismo do Farol, impresso em papel couchê no formato 20x29 cm, é possível conhecer e visualizar a história do Farol e a vida que o cerca: lindas praias, lagoas serenas, dunas e sambaquis, flora e fauna, a vila e seu povo, a pesca, o turismo, as festas, o Farol do inverno e o Farol do verão.
O autor freqüenta o Farol deste 1975 e, a partir de 1982, passou a habitar, sempre que possível, uma casinha no Morro do Céu, de frente para o Farol. O resultado dessa paixão foi um imenso acervo fotográfico que agora sai da gaveta e pode ser compartilhado por todos que se interessam pela região.
O lançamenmto acontece às 19 horas, no Salão Paroquial do Farol. O livro sai por R$ 35,00. Os exemplares, também, podem ser encomendados diretamente com o autor pelo e-mail ete@terra.com.br.

Delegados de polícia denunciam arbitrariedades nas prisões de líderes do MST em SC

Trago pra cá o link do post do Celso Martins no seu Sambaqui na Rede 2 onde ele reproduz matéria do DC tratando da denuncia de arbitrariedades nas prisões dos líderes do MST em Santa Catarina feita pela  Diretoria Regional da ADPF e pela Adepol de Santa Catarina.
As entidades veicularam nota conjunta na qual criticam a usurpação das funções de Polícia Judiciária pela Polícia Militar de Imbituba.
O documento foi assinado pelo diretor regional da ADPF/SC, Delegado de Polícia Federal Eduardo Mauat da Silva, e pelo presidente da Adepol/SC, Delegado de Polícia Renato Jose Hendges.
Leia matérias sobre o assunto aqui no blog

2 de fevereiro de 2010

ADIN proposta por empresários ameaça o Piso Estadual de Salários

Um pedido de incostitucionalidade feito pelos empresários de Santa Catarina ameaça o Piso Salarial Estadual sancionado pelo Governador do Estado em outubro de 2009 e em vigor desde 1º de janeiro de 2010.
A intituição do Piso Estadual de Salários, foi uma grande luta e vitória dos trabalhadores, mas deixou inconformados os patrões que estão tentando acabar com a conquista. O assunto mexeu com a sociedade catarinense.
Neste Blog, por exemplo, as matérias que tratam do tema são de longe as mais visitadas. Em uma delas foram postadas mais de uma dezena de perguntas mostrando o interesse que o piso regional gerou.
Sobre assunto o Coordenador da Direção Sindical do Dieese aqui no estado, Ivo Castanheira, escreveu artigo que reproduzo abaixo.


Não vamos permitir que a luta de todos se transforme na derrota da maioria

Os empresários de Santa Catarina querem contrariar o rumo da história ao entrar com pedido de inconstitucionalidade (ADIN 4364) à Lei nº 459/09, que institui o Piso Salarial Estadual. Aprovada em setembro do ano passado na Assembleia Legislativa, depois de muita luta das entidades sindicais de trabalhadores, a Lei do Piso foi sancionada no mês seguinte pelo governador do estado, passando a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2010. Desde então, vem sofrendo severos ataques de empresários inconformados em ter que pagar um salário melhor aos seus trabalhadores.

O empresariado alega que a Lei que regulamentou o Piso Salarial Estadual é inconstitucional porque o Estado não pode legislar em casos de interesse particular. Agora me digam: é ilegal ganhar um salário de 587,00? O que um empresário faria com "todo" esse dinheiro? Seria capaz de sustentar sua família com suas necessidades básicas satisfeitas? Daria educação aos filhos, com escola boa, boa merenda e material pedagógico necessário? Conseguiria proporcionar o mínimo de lazer aos seus e a si mesmo nas férias, feriados e finais de semana? O que parece muito para alguns pode ser irrisório para outros.

No caso da legitimidade do Piso Estadual, entendemos que o recurso usado pelos empresários para não pagar o mínimo é desleal e fere não apenas o direito dos trabalhadores, mas se trata de uma violação aos direitos humanos. Durante mais de três anos as centrais sindicais, federações e sindicatos de trabalhadores de Santa Catarina lutaram juntas pela implantação do Piso. A sociedade, consultada por meio de abaixo assinado, disse sim ao projeto. Agora, depois de tudo aprovado, os empresários querem derrubar o que já é lei. E a lei deve ser cumprida, custe o que custar.

Neste ano de eleições o povo catarinense deve saber quem está do lado dele e quem é contra a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores. Sabemos que muitos políticos sofrem pressão do poder econômico para que votem o que é de interesse apenas da classe empresarial. Desta feita a vontade dos trabalhadores foi acatada e a implantação do Piso Salarial Estadual é definitiva. Não podemos andar para trás e permitir que a luta de todos se transforme em derrota da maioria. Vamos continuar atentos às manobras vergonhosas dos empresários, que tentam de tudo na esperança de negar o que é de direito aos trabalhadores de Santa Catarina. Melhorar o padrão salarial dos trabalhadores é fazer girar a roda da economia.

"Par da Oktoberfest", recebeu o piso e trabalhou cinco horas

Lembram que em outubro de 2009 a RBS realizou uma promoção chamada "Par Oktobefest" onde os serviços de duas pessoas durante dois meses seriam pagos apenas com a alimentação. Na época o Sindiato dos Jornalistas obteve uma liminar na justiça que suspendia o concurso em que a empresa usaria o casal na condição de escravos.
A ação continha provas de que a empresa usaria material jornalístico do Par da Oktoberfest durante 60 dias sem pagamento aos seus autores. Os escolhidos teriam que ficar em Blumenau bancando os custos da estadia e receberiam da RBS, em lugar de salário, duas refeições por dia.
Pois bem, nesta segunda-feira, 1º de fevereiro a Justiça encerrou o processo em que a RBS foi obrigada a suspender o concurso “Par da Oktoberfest” em Blumenau. A empresa apresentou defesa escrita na 6ª Vara da Justiça do Trabalho em Florianópolis, informando ter cumprido todas as determinações da liminar concedida ao Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina.
A RBS também apresentou documentos de contratação do casal vencedor do concurso, com pagamento do piso salarial da categoria pela jornada de cinco horas, durante oito dias de atividade. Já nas redações dos jornais das empresas Sirotski, continua o arrocho e a sobre jornada.
“O fim deste processo não significa que o caso esteja encerrado”, disse o presidente do SJSC, Rubens Lunge. Tá tudo aqui.